Rubicon é uma série de televisão americana criada por Jason Horwitch e produzidopor Henry Bromell que foi transmitido pela AMC rede de televisão. Os centros de série em um analista de inteligência a nível nacional think tank em Nova York chamado American Policy Institute (API) que descobre que pode estar trabalhando com os membros de uma sociedade secreta que manipula eventos mundiais em grande escala.
No Episódio que vi, Will descobre Durante a análise de rotina, ele decifra um padrão aparente nas palavras cruzadas em vários jornais norte-americanos, todos publicados no mesmo dia, e relata sua descoberta ao pai-de-lei mentor, e protetor na agência, o chefe da equipe David Hadas. David não dá a mínima ideia, mas logo que Will sai de sua sala, David relata o que aconteceu a um supervisor da empresa. O supervisor pergunta se mais alguém tinha visto isso e David diz que não.
A noite, David liga para Will e diz para se encontrarem em uma estação, e diz também qual tipo de transporte, a hora e em que estação ele vai pegar o trem.
No outro dia, David é morto em um acidente de trem.
Quero dizer, perceberam como é a organização secreta?
Ela grampeia sua ligação, sabe onde você está e faz o que quiser com o mundo sem se importar com quem vai se machucar, contanto que acerte o alvo.
David mostrou algo secreto e a organização secreta pôs o olho nele. E no outro dia o segredo vai para o tumulo.
Se eles não querem que os segredos sejam revelados por que então os colocam a mostra?
Raciocinem sobre isso.
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quinta-feira, 7 de junho de 2012
sábado, 2 de junho de 2012
E se Consseguissemos usar 100% do Nosso Cerebro
Olhando o Yahoo respostas vi uma pergunta interessante:
"
E se conseguíssemos usar 100% do nosso cérebro?
Voaríamos? Nos teletransportaríamos? Poderíamos ter a capacidade de voltar no tempo (ou avançar)?
A verdade é que não usamos nem a décima parte dele..."
A verdade é que não usamos nem a décima parte dele..."
e a resposta foi:
Poderiamos voar, teleportar, ver as roupas de baixo das mulheres e poderiamos ao mesmo tempo caminhar pulando num pe so, mascar chiclete contando de tras pra frente de 1000 ate 0.
Não sei porque as pessoas acreditam nessa crendice de que nos não usamos 100% do nosso cérebro. Nos usamos todo ele! Eh que maior parte do cérebro funciona pra outras funções, como movimentacao, funcionamento dos órgãos. Eh só ver numa ressonância do cérebro como nos temos atividade em TODAS as áreas do cérebro.
As partes responsaveis pelas atividades intelectuais e de raciocínio São apenas as tais 10% e não ha como usar mais.
O resto não serve pra isso e não tem como mudar.
Não sei porque as pessoas acreditam nessa crendice de que nos não usamos 100% do nosso cérebro. Nos usamos todo ele! Eh que maior parte do cérebro funciona pra outras funções, como movimentacao, funcionamento dos órgãos. Eh só ver numa ressonância do cérebro como nos temos atividade em TODAS as áreas do cérebro.
As partes responsaveis pelas atividades intelectuais e de raciocínio São apenas as tais 10% e não ha como usar mais.
O resto não serve pra isso e não tem como mudar.
A minha vida toda eu cresci crendo nisso.
Hoje, e talvez agora vocês podem perceber que isso não é verdade.
Confesso que fiquei desapontado.
Eu sempre procurei na internet coisas que deixassem a potência do cérebro maior.
Talvez os cientistas que quiseram aumentar a potência do cérebro também estejam desapontados.
Bom, se não podemos ter a maior inteligência podemos ao menos imaginar;
Quer dizer: antes de escrever este post fiz uma breve pesquisa no Google e li, numa página, que a história de os humanos utilizarem apenas 10% do cérebro é um mito. Apesar disso, e como ainda não houve nenhum comunicado oficial, continuo a pensar que sim, nós apenas utilizamos uma parte do nosso cérebro. Creio que se conseguíssemos utilizar a sua totalidade seríamos capazes de saber muitas mais coisas…Já agora, abordando este assunto, tentem imaginar uma cor além das que já conhecem, uma cor nova.
Conseguem?
É algo que me intriga um pouco… temos uma imaginação muito limitada..! Mas também penso que se o Homem utilizasse completamente o seu cérebro e tivesse uma inteligência maior, será que a utilizaria para o bem?
Bem, se conseguíssemos realmente utilizar a totalidade do cérebro o que preferiria seria, sem dúvida, falar com os animais.
Conseguem?
É algo que me intriga um pouco… temos uma imaginação muito limitada..! Mas também penso que se o Homem utilizasse completamente o seu cérebro e tivesse uma inteligência maior, será que a utilizaria para o bem?
Bem, se conseguíssemos realmente utilizar a totalidade do cérebro o que preferiria seria, sem dúvida, falar com os animais.
Eu gostaria que se todos usássemos 100% do nosso cérebro, as pessoas (TODAS, SEM EXCESSÃO) conseguissem curas para todas as doenças, governar de forma honesta, solucionar todos os problemas ambientais, que pudéssemos ser enciclopédias ambulantes... enfim, que tivéssemos uma vida perfeita, em um mundo perfeito!
Mas, o problema é que a verdade que você colocou na pergunta, infelizmente faz mostrar o quanto os problemas que acontecem no mundo são justificados sob este ponto de vista...
Mas, o problema é que a verdade que você colocou na pergunta, infelizmente faz mostrar o quanto os problemas que acontecem no mundo são justificados sob este ponto de vista...
Conversar telepaticamente...
Atravessar paredes...
Dominar a mente das pessoas de forma mais complexa...
Em compensação, seria muito chato fazer tantas contas de física e matemática, mas grandes mistérios sobre o mundo seriam desvendadas... Até maior que de tantos filósofos que marcaram a história!!!
Nossa! Ficar doente seria difícil porque a dor é psicológica...
Atravessar paredes...
Dominar a mente das pessoas de forma mais complexa...
Em compensação, seria muito chato fazer tantas contas de física e matemática, mas grandes mistérios sobre o mundo seriam desvendadas... Até maior que de tantos filósofos que marcaram a história!!!
Nossa! Ficar doente seria difícil porque a dor é psicológica...
Poderíamos desenvolver meios para conseguir realizar tudo oq quisessemos. Porém delimitar a inteligência humana para obtenção de evolução tecnologica seria encarcerar-nos num mundo frio e racional , onde com o passar dos anos os nossos 100% utilizados não seriam exaltados e nem destacados.
A população estaria se equiparando a máquinas(computadores).Porém se utilizarmos os 100% para evolução intelectual, tecnológica e social...Ai sim, isso seria a possibilidade de tornar-se uma pessoa capaz de estar sempre superando limites, expandindo seu cérebro, encontrando soluções para os problemas, melhorando suas relações.
A população estaria se equiparando a máquinas(computadores).Porém se utilizarmos os 100% para evolução intelectual, tecnológica e social...Ai sim, isso seria a possibilidade de tornar-se uma pessoa capaz de estar sempre superando limites, expandindo seu cérebro, encontrando soluções para os problemas, melhorando suas relações.
Eu seria DEUS!!!!
Essas foram algumas respostas que achei pára esta pergunta.
Me surpreendi com as respostas.
Inteligência utilizada para o bem.
Isso está longe de acontecer. Nós vivemos em um mundo de conspirações.
Alguém ai já viu TEKKEN5?
No filme o mundo está sendo controlado por 6 conspirações.
No Youtube, eu vi um homem falando em como seriamos divididos quando a população mundial for arrasada em 80%.
É do mesmo jeito que fala o filme:
Por exemplo a América será controlada por 2 conspirações, uma na américa central e outra na do sul.
Será que as pessoas que criam esses tipos de coisas tipo um mundo controlado por conspirações sabem de alguma coisa???
E será que se pudéssemos ter poderes paranormais, usaríamos para o bem?
As pessoas seriam vangloriadas por salvar pessoas, inclusive os homens das conspirações.
O presidente salvou mais 1000 esta manhã, ele é o salvador do mundo.
Acontece que enquanto pessoas estão pensando em Salvar pessoas e em como utilizar poderes para o bem, os homens das conspirações estariam tentando dominar o mundo.
Entenderam?????
Sempre que quisermos ajudar, outros pensariam em dominar.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Por Que Religião e Ciências Não Andam Juntas?
Aos que estudaram história. Para os Maias, os Astecas e os Incas, a religião e a ciência andavam juntas.
Por que hoje, não podemos continuar assim?
Na verdade, a religião não presta para nada. Ela dificulta o entendimento. Dificulta a vida de muita gente.
Então no caso, o correto seria "Cristãos protestantes não seguidores de religião e a ciência da verdade."
Por que não podemos usar a ciência para fazer parte da historia da humanidade bíblica?
Temos o exemplo de:
Kaku chegou à essa conclusão por meio de um estudo. Ele usou um “semi-raio primitivo de táquions" que são partículas teóricas, capazes de “desgrudar” do universo a matéria ou vácuo que entrar em contato com ela, assim, deixando qualquer coisa livre das influências do universo à sua volta, tecnologia criada recentemente em 2005. Embora a tecnologia para chegar às verdadeiras partículas de táquions ainda esteja muito longe de ser alcançada, o semi-raio tem algumas poucas propriedades dessas partículas teóricas, que são capazes de criar o efeito dos verdadeiros táquions, em escala subatômica.
Os resultados dessas experiências fizeram Michio concluir que a existência de “Deus” se deve ao fato de nós vivermos em uma “Matrix”.
“Cheguei à conclusão que estamos em um mundo feito por regras criadas por uma inteligência, não muito diferente do seu jogo preferido de computador, claro, impensavelmente mais complexa,” disse.
Ele analisou o comportamento da matéria em escala subatômica e percebeu que a parte afetada pelo semi-raio primitivo de táquions, um minúsculo ponto do espaço, estava totalmente livre de qualquer influência do universo, matéria, força ou lei.
“Acredite, tudo que nós chamávamos de casualidade até hoje, não fará mais sentido. Para mim está claro que estamos em um plano regido por regras criadas, e não moldadas pelo acaso universal”, comentou o cientista.
O comentário de Kaku criou alvoroço no meio científico, dado a sua importância no meio, em especial pela criação da Teoria das Cordas que o fez ser extremamente respeitado por outros cientistas.
Por que hoje, não podemos continuar assim?
Na verdade, a religião não presta para nada. Ela dificulta o entendimento. Dificulta a vida de muita gente.
Então no caso, o correto seria "Cristãos protestantes não seguidores de religião e a ciência da verdade."
Por que não podemos usar a ciência para fazer parte da historia da humanidade bíblica?
Temos o exemplo de:
Cientista prova a existência de Deus
O físico teórico Michio Kaku (foto), considerado um dos cientistas mais importantes da atualidade, diz ter criado uma teoria que pode apontar a existência de Deus.
Kaku chegou à essa conclusão por meio de um estudo. Ele usou um “semi-raio primitivo de táquions" que são partículas teóricas, capazes de “desgrudar” do universo a matéria ou vácuo que entrar em contato com ela, assim, deixando qualquer coisa livre das influências do universo à sua volta, tecnologia criada recentemente em 2005. Embora a tecnologia para chegar às verdadeiras partículas de táquions ainda esteja muito longe de ser alcançada, o semi-raio tem algumas poucas propriedades dessas partículas teóricas, que são capazes de criar o efeito dos verdadeiros táquions, em escala subatômica.
Os resultados dessas experiências fizeram Michio concluir que a existência de “Deus” se deve ao fato de nós vivermos em uma “Matrix”.
“Cheguei à conclusão que estamos em um mundo feito por regras criadas por uma inteligência, não muito diferente do seu jogo preferido de computador, claro, impensavelmente mais complexa,” disse.
Ele analisou o comportamento da matéria em escala subatômica e percebeu que a parte afetada pelo semi-raio primitivo de táquions, um minúsculo ponto do espaço, estava totalmente livre de qualquer influência do universo, matéria, força ou lei.
“Acredite, tudo que nós chamávamos de casualidade até hoje, não fará mais sentido. Para mim está claro que estamos em um plano regido por regras criadas, e não moldadas pelo acaso universal”, comentou o cientista.
O comentário de Kaku criou alvoroço no meio científico, dado a sua importância no meio, em especial pela criação da Teoria das Cordas que o fez ser extremamente respeitado por outros cientistas.
E também temos o exemplo de:
Através de leis da física e da filosofia, pesquisador polonês Michael Keller mostra que Deus existe e ganha um dos mais cobiçados prêmios. Ele montou a sua metodologia a partir do chamado “Deus dos cientistas”: o big bang, a grande explosão de um átomo primordial que teria originado tudo aquilo que compõe o universo.
Como um seminarista adolescente que se sente culpado quando sua mente se divide, por exemplo, entre o chamamento para o prazer da carne e a vocação para o prazer do espírito, o polonês Michael Keller se amargurava quando tentava responder à questão da origem do universo através de um ou de outro ramo de seu conhecimento – ou seja, sentia culpa.
Ocorre, porém, que Keller não é um menino, mas sim um dos mais conceituados cientistas no campo da cosmologia e, igualmente, um dos mais renomados teólogos de seu país. Entre o pragmatismo científico e a devoção pela religião, ele decidiu fixar esses seus dois olhares sobre a questão da origem de todas as coisas: pôs a ciência a serviço de Deus e Deus a serviço da ciência. Desse no que desse, ele fez isso.
O resultado intelectual é que ele se tornou o pioneiro na formulação de uma nova teoria que começa a ganhar corpo em toda a Europa: a “Teologia da Ciência”. O resultado material é que na semana passada Keller recebeu um dos maiores prêmios em dinheiro já dados em Nova York pela Fundação Templeton, instituição que reúne pesquisadores de todo o mundo: US$ 1,6 milhão.
O que é a “Teologia da Ciência”? Em poucas palavras, ela se define assim: a ciência encontrouDeus. E a isso Keller chegou, fazendo- se aqui uma comparação com a medicina, valendo-se do que se chama diagnóstico por exclusão: quando uma doença não preenche os requisitos para as mais diversas enfermidades já conhecidas, não é por isso que ela deixa de ser uma doença. De volta agora à questão da formação do universo, há perguntas que a ciência não responde, mas o universo está aqui e nós, nele. Nesse “buraco negro” entra Deus.
Segundo Keller, apesar dos nítidos avanços no campo da pesquisa sobre a existência humana, continua-se sem saber o principal: quem seria o responsável pela criação do cosmo? Com repercussão no mundo inteiro, o seu estudo e sua coragem em dizer que Deus rege a ciência naquilo que a ciência ainda tateia abrem novos campos de pesquisa. “Por que as leis na natureza são dessa forma? Keller incentivou esse tipo de discussão”, disse a ISTOÉ Eduardo Rodrigues da Cruz, físico e professor de teologia da PUC de São Paulo.
Keller montou a sua metodologia a partir do chamado “Deus dos cientistas”: o big bang, a grande explosão de um átomo primordial que teria originado tudo aquilo que compõe o universo. “Em todo processo físico há uma seqüência de estados. Um estado precedente é uma causa para outro estado que é seu efeito. E há sempre uma lei física que descreva esse processo”, diz ele. E, em seguida, fustiga de novo o pensamento: “Mas o que existia antes desse átomo primordial?”
Essas questões, sem respostas pela física, encontram um ponto final na religião – ou seja, encontram Deus. Valendo-se também das ferramentas da física quântica (que estuda, entre outros pontos, a formação de cadeias de átomos) e inspirando-se em questões levantadas no século XVII pelo filósofo Gottfried Wilhelm Leibniz, o cosmólogo Keller mergulha na metáfora desse pensador: imagine, por exemplo, um livro de geometria perpetuamente reproduzido.
Embora a ciência possa explicar que uma cópia do livro se originou de outra, ela não chega à existência completa, à razão de existir daquele livro ou à razão de ele ter sido escrito. Keller “apazigua” o filósofo: “A ciência nos dá o conhecimento do mundo e a religião nos dá o significado”. Com o prêmio que recebeu, ele anunciou a criação de um instituto de pesquisas. E já escolheu o nome: Centro Copérnico, em homenagem ao filósofo polonês que, sem abrir mão da religião, provou que o Sol é o centro do sistema solar.
A caminho do céu
Michael Keller usou algumas ferramentas fundamentais para ganhar o tão cobiçado prêmio científico da Fundação Templeton. Tendo como base principal a Teoria da Relatividade, de Albert Einstein, ele mergulhou nos mistérios das condições cósmicas, como a ausência de gravidade que interfere nas leis da física. Como explicar a massa negra que envolve o universo e faz nossos astronautas flutuarem? Como explicar a formação de algo que está além da compreensão do homem? Jogando com essas questões, que abrem lacunas na ciência, Keller afirma a possibilidade de encontrarmos Deus nos conceitos da física quântica, onde se estuda a relação dos átomos. Dependendo do pólo de atração, um determinado átomo pode atrair outro e, assim, Deus e ciência também se atraem. “E, se a ciência tem a capacidade de atrair algo, esse algo inexoravelmente existe”, diz Keller.
Por que não juntar duas histórias formando uma?
Os dinossauros morreram por um meteoro (que poderia ser Lúcifer)?
Não é certa a história dos dinossauros, porque são teses.
Por que não fazem um estudo visando provar a existencia da verdade da história da Bíblia?
Poderiamos viver como irmãos, juntos no mesmo barco.
Talvez através de estudos poderíamos continuar, ou tampar os buracos da história com a ajuda da ciência.
Poderíamos usar a ciência e a religião formando A HISTÓRIA.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Ganhei um Cachorrooooooooooooooooooo
Aí gente, ganhei um pastor alemao. O nome dele é lobo. Eu to pensando em adestrar ele.
Olha a foto dele, né lindo!!!!!!!!!!
Olha a foto dele, né lindo!!!!!!!!!!
Ganhei um Cachorrooooooooooooooooooo
Aí gente, ganhei um pastor alemao. O nome dele é lobo. Eu to pensando em adestrar ele.
Olha a foto dele, né lindo!!!!!!!!!!
Olha a foto dele, né lindo!!!!!!!!!!
sábado, 28 de janeiro de 2012
Segredos que Escondem de Nós
Eu ganhei um livro no natal retrasado. O nome dele era "Alcatraz e os Bibliotecários do Mal".
A imagem é esta:
O livro fala sobre Alcatraz Smedry, um garoto que salvou o mundo dos "Bibliotecários", um pessoal que controlava a informação.
O que me chamou atenção foi que o livro parece realmente com a vida real.
Os bibliotecários controlavam a informação, assim como os Illuminati.
E no livro, existiam mais três continentes bem no meio do Pacifico.
Os continentes que todos sabiam que existiam, eram chamados de Terras Silenciosas, e eram controlados pelos Bibliotecários.
E esses três novos continentes eram chamados de Reino Livre.
No livro o menino não acredita naquilo e pergunta como foi possível esconder dos aviões, navios e etc.
E os amigos respondem que tudo é controlado pela informação.
Isso me abriu a ideia.
Quantas coisas existem, e que não sabemos por causa da informação Illuminati?
Não digo continentes, mais sobre por exemplo, a tecnologia?
Só vim compartilhar uma ideia.
Estamos sendo enganados?
Espero que pensem nisso.
sábado, 21 de janeiro de 2012
Chuva Vermelha em Kerala
De 25 de Julho à 23 de Setembro de 2001, uma chuva vermelha caiu esporadicamente no estado indiano de Kerala, no sul da Índia. Aguaceiros fortes ocorreram em que a chuva estava vermelha, as roupas ficavam manchadas com algo com aparência similar a sangue. Chuvas amarelas, verdes e pretas também foram reportadas. De acordo com os nativos, a primeira chuva colorida foi precedida por uma trovoada estrondosa e por um relampejar de luz, e seguido por bosques de árvores desfolhando folhas “queimadas” murchas e cinzas. Folhas murchas e o desaparecimento e formação súbitas de poços também foram reportados pela mesma época na área. Um estudo autorizado pelo Governo da Índia descobriu que as chuvas foram coloridas por esporos aéreos de uma alga terrestre prolífica local. Então, no início de 2006, as chuvas coloridas de Kerala de repente chamaram a atenção do mundo depois que a mídia reportou uma hipótese de que as partículas coloridas eram células extraterrestres. A origem da chuva permanece desconhecida atualmente, apesar dos esforços ao redor do mundo para descobrir a causa e real natureza da chuva.
Arca de Noé – encontrada?
A anomalia do Ararat é um objeto aparecendo nas fotografias dos campos de neve próximos ao cume do Monte Ararat, Turquia, e sugerido por alguns crentes no literalismo da Bíblia como sendo os resquícios da Arca de Noé. A anomalia está localizada na extremidade noroeste do Platô Oeste do Monte Ararat há aproximadamente 5.000 metros. Foi filmado pela primeira vez durante uma missão de reconhecimento da Força Aérea dos Estados Unidos, em 1949 – o maciço do Ararat localiza-se na antiga fronteira Turca/Soviética, e por isso era uma área de interesse militar – e conseqüentemente foi dada a classificação de “secreto” conforme iam sendo tiradas subseqüentes fotografias em 1956, 1973, 1976, 1990 e 1992, por aeronaves e satélites. Seis frames (quadros) da filmagem de 1949 foram liberados durante o Ato de Liberdade de Informação. Um projeto de pesquisa foi mais tarde estabelecido entre a Insight Magazine e a Space Imaging (hoje “GeoEye”), utilizando o satélite IKONOS. O IKONOS, em sua primeira viagem, capturou a anomalia em 5 de Agosto e 13 de Setembro de 2000. A área do Monte Ararat também foi fotograda pelo satélite francês SPOT em 1989, Landsat nos anos 1970 e pela Space shuttle da NASA em 1994.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
O Mistério de Atlântida
Atlântida
Milhares de anos após ter submergido nas profundezas frias e escuras do oceano Atlântico, o continente insular da Atlântida continua sendo um dos mistérios mais intrigantes da História.

A história antiga da humanidade em grande parte se constitui um enigma, enigma esse devido à ignorância das pessoas que a escreveram e dataram certos eventos. Podemos perceber isto tendo em vista, por exemplo, o que dizem a respeito da esfinge, pois atualmente estudos provam que ela data de 12.000 a.C. a 10.500 a.C., enquanto a história que divulgam datam-na de apenas de4.000 a.C.
Uma outra indagação que deve ser feita diz respeito à distribuição de pirâmides no mundo. Elas são encontradas não somente no Egito, mas também na China e na América Central, mostrando a interligação dessas culturas no passado. O que interliga todas essas civilizações antigas? A única resposta que melhor responde a essas perguntas, e outras a respeito do mundo antigo, é a existência da Atlântida.
Mas antes de continuarmos no assunto Atlântida, vamos discorrer rapidamente por Tróia:
Do Mito à Realidade (A Magnífica Tróia)
Por muito tempo se acreditou que a História de glória e da destruição de Tróia, com suas altas muralhas, não passasse de um mito. As epopéias que descrevem a cidade, llíada e a odisséia de Homero, são anteriores a 700 a.C. Embora os gregos antigos lessem o grande poeta como apenas literatura.
Coube a Heinrich Schliemann, um milionário, arqueólogo diletante e sonhador do século XIX, provar que os eruditos estavam errados. Obstinado e romântico, o negociante alemão tinha certeza que Homero contara a verdade sobre Tróia. No final da década de 1860, Schliemann convenceu-se de que a aldeia turca de Hissarlik, com suas colinas semelhantes a fortins, lembrava a cidade descrita na llíada. Em 1871 deu início às escavações.
Logo descobriu que realmente havia uma cidade sob as "fortalezas" de Hissarlik. Na verdade, vários estágios de uma antiga cidade estavam enterrados em camadas superpostas. E uma dessas camadas, queimada por fogo, parecia-se muito com a Tróia de Homero.
A primeira fonte de informação que chegou ao mundo moderno é sem dúvida os escritos de Platão. Foi ele quem primeiro falou da existência de uma ilha então submersa à qual foi dado o nome de Atlântida. Platão tomou conhecimento da Atlântida através de Sólon, que, por sua vez lhe foi referido por sacerdotes egípcios, num dos templos da cidade egípcia de Saís.
Na verdade a Atlântida data de pelo menos 100.000 a.C., então constituindo não uma ilha e sim um imenso continente que se estendia desde a Groelândia até o Norte do Brasil.
Pressupõem que os atlantes chegaram a conviver com os lemúrios, que viviam num continente no Oceano Pacifico aproximadamente onde hoje se situa o Continente Australiano. Naquele continente Atlante havia muitos terremotos e vulcões e foi isto a causa de duas das três destruições que acabaram por submergi-lo. A terceira destruição não foi determinada por causas naturais. Na primeira destruição, em torno de 50.000 a.C. várias ilhas que ficavam junto do continente atlante afundaram, como também a parte norte do continente que ficava próximo a Groenlândia (Groelândia), em decorrência da ação dos vulcões e terremotos.
A segunda destruição, motivada pela mudança do eixo da Terra, ocorreu em torno de 28.000 a.C., quando grande parte do continente afundou, restando algumas ilhas, das quais uma que conectava o continente Atlante à América do Norte. E a terceira foi exatamente esta onde floresceu a civilização citada por Platão e que por fim foi extinta, em uma só noite, afundando-se no mar restando apenas as partes mais elevadas que hoje corresponde aos Açores descrita por Platão.
Para se estudar bem a Atlântida deve-se considerar que esse nome diz respeito a três civilizações distintas, pois em cada uma das destruições os que restaram tiveram que recomeçar tudo do início.
Para se estudar bem a Atlântida deve-se considerar que esse nome diz respeito a três civilizações distintas, pois em cada uma das destruições os que restaram tiveram que recomeçar tudo do início.
Atlântida 100.000 a.C. a 50.000 a.C.
Sobre a Atlântida antes da primeira destruição (antes de 50.000 a.C.) pouco se sabe. Diz-se haver sido colonizada pelos lemúrios que haviam fugido do continente onde habitavam, também sujeito a cataclismos imensos, quando então se estabeleceram correntes migratórias fugitivas das destruições que ocorriam na Lemúria, algumas delas dirigiram-se para o Sul Atlântida.
Estes primeiros Atlantes julgavam a si pelo caráter e não pelo que tinham e viviam em harmonia com a natureza. Pode-se dizer que 50% de suas vidas eram voltadas ao espiritual e os outros 50% para o lado prático, vida material.
Possuíam grande poder mental o que lhes conferia domínio da mente sobre o corpo. Eles faziam coisas impressionantes com os seus corpos. Assim viveram por muito tempo até que, em decorrência da proximidade do sul da Atlântida com o Continente Africano, várias tribos agressivas africanas dirigiram-se para a Atlântida forçando os Lemúrios estabelecidos na Atlântida a se deslocarem cada vez mais para o norte do continente atlante. Com o transcorrer do tempo os genes dos dois grupos foram se misturando.
Em 52.000 a.C. os Atlantes começaram a sofrer com ataques de animais ferozes, o que os fizeram aumentar seus conhecimentos em armas, motivando um avanço tecnológico na Atlântida. Novos métodos de agricultura foram implementados, a educação expandiu, e conseqüentemente bens materiais começaram a assumir um grande valor na vida das pessoas, que começaram a ficar cada vez mais materialistas e conseqüentemente os valores psíquicos e espirituais foram decaindo. Uma das conseqüências foi que a maioria dos atlantes foi perdendo a capacidade de clarividência e suas habilidades intuitivas por falta de treinamento e uso, a ponto de começarem a desacreditar nas mencionadas habilidades.
Edgar Cayce afirma que dois grupos diversos tiveram grande poder nessa época, um deles chamados de "Os Filhos de Belial". Estes trabalhavam pelo prazer, tinham grandes posses, mas eram espiritualmente imorais. Um outro grupo chamado de "As Crianças da Lei Um", era constituído por pessoas que invocavam o amor e praticavam a reza e a meditação juntas, esperando promover o conhecimento divino. Eles se chamavam "As Crianças da Lei Um" porque acreditavam em Uma Religião, Um Estado, Uma Casa e Um Deus, ou melhor, que Tudo é Um.
Logo após essa divisão da civilização atlante, foi que ocorreu a primeira destruição da Atlântida, ocasião em que grande número de imensos vulcões entrou em erupção. Então uma parte do povo foi para a África onde o clima era muito favorável e possuíam muitos animais que podiam servir como fonte de alimentação. Ali os descendentes dos atlantes viveram bem e se tornaram caçadores. A outra parte direcionou-se para a América do Sul onde se estabeleceu na região onde hoje é a Bacia Amazônica.
Biologicamente os atlantes do grupo que foi para a América do Sul começaram a se degenerar por só se alimentarem de carne pensando que com isso iriam obter a força do animal, quando na verdade o que aconteceu foi uma progressiva perda das habilidades psíquicas. Assim viveram os descendentes atlantes até que encontraram um povo chamado Ohlm, remanescentes dos descendentes da Lemúria, que os acolheram e ensinaram-lhes novas técnicas de mineração e agricultura.
As duas partes que fugiram da Atlântida floresceram muito mais do que aquela que permanecera no continente, pois em decorrência da tremenda destruição os remanescentes praticamente passaram a viver como animais vivendo nas montanhas durante 4.000 anos, após o que começaram a estabelecer uma nova civilização.
Atlântida 48.000 a.C. a 28.000 a.C.
Os atlantes que estabeleceram uma nova civilização na Atlântida começaram de forma muito parecida com o inicio da colonização que os Lemúrios fizeram na Atlântida. Eles se voltaram a trabalhar com a natureza e nisso passaram milhares de anos, mas com o avanço cientifico e tecnológico também começaram a ficar cada vez mais agressivos, materialistas e decadentes. Os tecnocratas viviam interessados em bens materiais e desrespeitando a religião. A mulher se tornou objeto do prazer; crimes e assassinatos prevaleciam, os sacerdotes e sacerdotisas praticavam o sacrifício humano.
Os atlantes se tornaram uma civilização guerreira. Alguns artistas atlantes insatisfeitos fugiram para costa da Espanha e para o sudoeste da França, onde até hoje se vêem algumas de suas artes esculpidas nas cavernas. Em28.000 a.C. com a mudança do eixo da Terra, os vulcões novamente entraram em grande atividade acabando por acarretar o fim da segunda civilização atlante. Com isso novamente os atlantes fugiram para as Antilhas, Yucatã, e para a América do Sul.

Atlântida 28.000 a.C. a 12.500 a.C.
Esta foi a Civilização Atlante descrita por Platão.
Mais uma vez tudo se repetiu, os que ficaram recomeçaram tudo novamente, recriando as cidades que haviam sido destruídas, mas inicialmente não tentando cometer os mesmos erros da florescente civilização passada. Eles unificaram a ciência com o desenvolvimento espiritual a fim de haver um melhor controle sobre o desenvolvimento social.
Começaram a trabalhar com as Forças da Natureza, tinham conhecimento das hoje chamadas linhas de Hartman e linhas Ley, que cruzam toda a Terra, algo que posteriormente veio a ser muito utilizado pelos celtas que construíram os menires e outras edificações em pedra. Vale salientar que eles acabaram por possuir um alto conhecimento sobre a ciência dos cristais, que usavam para múltiplos fins, mas basicamente como grandes potencializadores energéticos, e fonte de registro de informações, devido a grande potência que o cristal tem de gravar as coisas.
Os Atlantes tinham grande conhecimento da engenharia genética, devido a isso tentaram criar "raças puras", raças que não possuíssem nenhum defeito. Esse pensamento persistiu até o século XX a ser uma das bases do nazismo.
Os Atlantes detinham grandes conhecimentos sobre as pirâmides, há quem diga que elas foram edificadas a partir desta civilização e que eram usadas como grandes condutores e receptores de energia sideral, o que, entre outros efeitos, fazia com que uma pessoa que se encontrasse dentro delas, especialmente a Grande Pirâmide, entrava em estado alterado de consciência quando então o sentido de espaço-tempo se alterava totalmente.
É certo que os habitantes da Atlântida possuíam um certo desenvolvimento das faculdades psíquicas, entre as quais a telepatia, embora que muito aquém do nível atingido pelos habitantes da primeira civilização. Construíram aeroplanos, mas nada muito desenvolvido, algo que se assemelharia mais ao que é hoje é conhecido como "asa delta".
Isto tem sido confirmado através de gravuras em certos hieróglifos egípcios e maias. Também em certa fase do seu desenvolvimento os atlantes foram grandes conhecedores da energia lunar, tanto que faziam experiências muito precisas de conformidade com a fase da Lua. A par disto foram grandes conhecedores da astronomia em geral.
Na verdade os atlantes detiveram grandes poderes, mas como o poder denigre o caráter daquele que não está devidamente preparado para possuí-lo, então a civilização começou a ruir. Eles começaram a separar o desenvolvimento espiritual do desenvolvimento científico. Sabedores da manipulação dos gens eles desenvolveram a engenharia genética especialmente visando criar raças puras. Isto ainda hoje se faz sentir em muitos povos através de sistemas de castas, de raça eleita ou de raça ariana pura. Em busca do aperfeiçoamento racial, como é da natureza humana o querer sempre mais os cientistas atlantes tentaram desenvolver certos sentidos humanos mediante gens de espécies animais detentoras de determinadas capacidades.

Tentaram que a raça tivesse a acuidade visual da águia, e assim combinaram gens deste animal com gens humano; aprimorar o olfato através de gens de lobos, e assim por diante. Mas na verdade o que aconteceu foi o pior, aqueles experimentos não deram certo e ao invés de aperfeiçoarem seus sentidos acabaram criando bestas-feras, onde algumas são encontradas na mitologia grega e em outras mitologias e lendas.
Ainda no campo da engenharia genética criaram algumas doenças que ainda hoje assolam a humanidade.
A moral começou a ruir rapidamente e o materialismo começou a crescer. Começaram a guerrear. Entre estas foi citada uma que houve com a Grécia, da qual esta foi vitoriosa. Enganam-se os que pensam que a Grécia vem de 2 000 a.C. Ela é muito mais velha do que o Egito e isto foi afirmado a Sólon pelo sacerdote de Sais.
Muitos atlantes partiram para onde hoje é a Grécia e com o uso a tecnologia que detinham se fizeram passar por deuses dando origem assim a mitologia grega, ou seja, constituindo-se nos deuses do Olimpio.
Por último os atlantes começaram a fazer experimentos com displicência de forma totalmente irresponsável com cristais e como conseqüência acabaram canalizando uma força cósmica, que denominaram de "Vril", sob a qual não tiveram condições de controlá-la, resultando disso a destruição final de Atlântida, que submergiu em uma noite.
Para acreditar que um continente tenha submergido em uma noite não é muito fácil, mas se analisarmos pelo suposto lado tecnológico que utilizavam, veremos até que provavelmente seria mais avançado que o nosso, o poder do cristal é muito maior do que imaginamos, os cristais estão presentes no avanço tecnológico, um computador é formado basicamente de cristais e olaser é feito a partir de cristais.
Mas antes da catástrofe final os Sábios e Sacerdotes atlantes, juntamente com muitos seguidores, cientes do que adviria daquela ciência desenfreada e conseqüentemente que os dias daquela civilização estavam contados, partiram de lá, foram para vários pontos do mundo, mas principalmente para três regiões distintas: O nordeste da África onde deram origem a Civilização egípcia; para América Central, onde deram origem a Civilização Maia; e para o noroeste da Europa, onde bem mais tarde na Bretanha deram origem à Civilização Celta.
A corrente que deu origem a civilização egípcia inicialmente teve muito cuidado com a transmissão dos ensinamentos científicos a fim de evitar que a ciência fora de controle pudesse vir a reeditar a catástrofe anterior. Para o exercício desse controle eles criaram as "Escolas de Mistérios", onde os ensinamentos eram velados, somente sendo transmitidos às pessoas que primeiramente passassem por rigorosos testes de fidelidade.
Os atlantes levaram com eles grandes conhecimentos sobre construção de pirâmides, e sobre a utilização prática de cristais, assim como conhecimentos elevados de outros ramos científicos como, a matemática, geometria, etc.
Pesquisas recentes datam a Esfinge de Gizé sendo de no mínimo 10.000 a.C. e não 4.000 a.C. como a egiptologia clássica afirma. Edgar Cayce afirmou que embaixo da esfinge existe uma sala na qual estão guardados documentos sobre a Atlântida, atualmente já encontraram uma porta que leva para uma sala que fica abaixo da esfinge, mas ainda não entraram nela. A Ordem Hermética afirma a existência não de uma sala, mas sim de doze.
A corrente que deu origem a civilização maia, foi muito parecida com a corrente que deu origem a civilização egípcia. Quando os atlantes que migraram para a Península de Yucatã antes do afundamento final do continente, eles encontraram lá povos que tinham culturas parecidas com a deles, o que não é de admirar, pois na verdade lá foi um dos pontos para onde já haviam migrado atlantes fugitivos da segunda destruição.
Também os integrantes da corrente que se direcionou para o Noroeste da Europa, e que deu origem mais tarde aos Celtas, tiveram muito cuidado com a transmissão do conhecimento em geral. Em vez de optarem para o ensino controlado pelas "Escolas de Mistérios" como acontecera no Egito, eles optaram por crescer o mínimo possível tecnologicamente, mas dando ênfase especialmente os conhecimentos sobre as Forças da Natureza, sobre asenergias telúricas, sobres os princípios que regem o desenvolvimento da produtividade da terra.
Conheciam bem a ciência dos cristais, e da magia, mas devido ao medo de fazerem mal uso dessas ciências eles somente utilizavam-nos, mas no sentido do desenvolvimento da agricultura, da produtividade dos animais de criação, etc.
Atualmente as pessoas vêem a Atlântida como uma lenda fascinante, como algo que mesmo datando de longa data ainda assim continua prendendo tanto a atenção das pessoas. Indaga-se do porquê de tanto fascínio? Acontece que ao se analisar a história antiga da humanidade vê-se que há uma lacuna, um hiato, que falta uma peça que complete toda essa história.
Muitos estudiosos tentam esconder a verdade com medo de ter que reescrever toda a história antiga, rever conceitos oficialmente aceitos. Mas eles não explicam como foram construídas as pirâmides, como existiram inúmeros artefatos e achados arqueológicos encontrados na Ásia, África e América e inter-relacionados; e outros monumentos até hoje é um enigma.
Os menires encontrados na Europa, as obras megalíticas existentes em vários pontos da terra, os desenhos e figuras representativas de aparelhos e até mesmo de técnicas avançadas de várias ciências, os autores oficiais não dão qualquer explicação plausível.
Os historiadores não acreditam que um continente possa haver afundado em uma noite, mas eles esquecem que aquela civilização foi muito mais avançada que a nossa. Foram encontradas, na década de 60, ruínas de uma civilização no fundo do mar perto dos Açores, onde foram encontrados vestígios de colunas gregas e até mesmo um barco fenício. Atualmente foram encontradas ruínas de uma civilização que também afundou perto da China.
As pessoas têm que se conscientizar de que em todas as civilizações em que a moral ruiu, ela começou a se extinguir, e atualmente vemos isso na nossa civilização, e o que é pior, na nossa civilização ela tem abrangência mundial, logo se ela rui, vai decair todo o mundo.
Então o mais importante nessa história da Atlântida não é o acreditar que ela existiu e sim aprender a lição para que nós não enveredemos pelo mesmo caminho, repetindo o que lá aconteceu.
A Quem Devemos Orar?
Toda oração deve ser direcionada ao Deus triúno – Pai, Filho e Espírito Santo. A Bíblia ensina que podemos orar a um ou aos três, porque os três são Um. Ao Pai, oramos com o salmista: “Atende à voz do meu clamor, Rei meu e Deus meu, pois a ti orarei” (Salmos 5:2). Ao Senhor Jesus, oramos da mesma forma que oramos ao Pai, porque eles são iguais. Oração a um dos membros da Trindade é oração a todos. Estêvão, enquanto estava sendo martirizado, orou: “Senhor Jesus, recebe o meu espírito!” (Atos 7:59). Também devemos orar no nome de Cristo. Paulo exortou os crentes da igreja de Éfeso a sempre dar “graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo” (Efésios 5:20). Jesus assegurou aos seus discípulos que qualquer coisa que pedissem em Seu nome – quer dizer, Sua vontade – seria concedido (João 15:16; 16:23). Semelhantemente, devemos orar ao Espírito Santo e em Seu poder. Paulo pediu ao Espírito que unisse os corações dos crentes da igreja de Corinto (2 Coríntios 13:14). Além disso, o Espírito nos ajuda a orar mesmo quando não sabemos como ou pelo que pedir (Romanos 8:26; Judas 1:20). Talvez a melhor forma de entender o papel da Trindade em relação à oração é que oramos ao Pai, através do Filho, pelo poder do Espírito Santo. Todos os três são participantes ativos na oração do crente.
De igual importância é a quem não devemos orar. Algumas religiões não-Cristãs encorajam seus seguidores a orar ao panteão de deuses, parentes mortos, santos e espíritos. Católicos Romanos são ensinados a orarem a Maria e a vários outros santos, como Pedro. Tais orações não são bíblicas, são contra a vontade de Deus e são, na verdade, uma ofensa ao nosso Pai Celestial. Para entender o porquê, precisamos estudar a natureza da oração. Oração tem vários elementos e se estudarmos apenas dois – louvor e ação de graças – podemos ver que oração é, em sua própria essência, adoração. Quando louvamos a Deus, estamos louvando a Ele por Seus atributos e Seu trabalho em nossas vidas e no mundo. Quando oferecemos orações de ação de graças, estamos adorando Sua bondade,misericórdia e ternura para conosco. Adoração dá glória a Deus, o Único que realmente merece ser glorificado. O problema em orar a qualquer outra pessoa que não seja Deus é que Deus é um Deus zeloso e tem declarado que não vai dividir Sua glória com ninguém. Na verdade, fazer isso é nada menos do que pura idolatria. “Eu sou o SENHOR, este é o meu nome; a minha glória, pois, não a darei a outrem, nem a minha honra, às imagens de escultura” (Isaías 42:8).
Outros elementos de oração – tais como arrependimento, confissão e petição – também são formas de louvor. Arrependemo-nos sabendo que Deus é um Deus que perdoa e é amoroso, e que Ele tem providenciado um meio de perdão através do sacrifício do Seu Filho na cruz. Confessamos nossos pecados porque sabemos que “se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1:9) e louvamos a Deus por isso. Aproximamo-nos dEle com nossas súplicas e intercessões porque sabemos que Ele nos ama e nos escuta, e louvamos a Ele por Sua misericórdia e bondade em estar disposto a escutar e responder às orações. Quando consideramos tudo isso, é fácil ver que orar a alguém que não seja ao Deus triúno é impensável porque oração é uma forma de adoração, e adoração deve ser reservada a Deus e apenas Deus.
De igual importância é a quem não devemos orar. Algumas religiões não-Cristãs encorajam seus seguidores a orar ao panteão de deuses, parentes mortos, santos e espíritos. Católicos Romanos são ensinados a orarem a Maria e a vários outros santos, como Pedro. Tais orações não são bíblicas, são contra a vontade de Deus e são, na verdade, uma ofensa ao nosso Pai Celestial. Para entender o porquê, precisamos estudar a natureza da oração. Oração tem vários elementos e se estudarmos apenas dois – louvor e ação de graças – podemos ver que oração é, em sua própria essência, adoração. Quando louvamos a Deus, estamos louvando a Ele por Seus atributos e Seu trabalho em nossas vidas e no mundo. Quando oferecemos orações de ação de graças, estamos adorando Sua bondade,misericórdia e ternura para conosco. Adoração dá glória a Deus, o Único que realmente merece ser glorificado. O problema em orar a qualquer outra pessoa que não seja Deus é que Deus é um Deus zeloso e tem declarado que não vai dividir Sua glória com ninguém. Na verdade, fazer isso é nada menos do que pura idolatria. “Eu sou o SENHOR, este é o meu nome; a minha glória, pois, não a darei a outrem, nem a minha honra, às imagens de escultura” (Isaías 42:8).
Outros elementos de oração – tais como arrependimento, confissão e petição – também são formas de louvor. Arrependemo-nos sabendo que Deus é um Deus que perdoa e é amoroso, e que Ele tem providenciado um meio de perdão através do sacrifício do Seu Filho na cruz. Confessamos nossos pecados porque sabemos que “se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1:9) e louvamos a Deus por isso. Aproximamo-nos dEle com nossas súplicas e intercessões porque sabemos que Ele nos ama e nos escuta, e louvamos a Ele por Sua misericórdia e bondade em estar disposto a escutar e responder às orações. Quando consideramos tudo isso, é fácil ver que orar a alguém que não seja ao Deus triúno é impensável porque oração é uma forma de adoração, e adoração deve ser reservada a Deus e apenas Deus.
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